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Messi trintão: 30 fatos sobre a vida e carreira do gênio da bola


Três décadas de Messi (Arquivo Pessoal/Getty Images)

O talento assombroso de sua perna esquerda segue intacto, mas Lionel Messi já não é mais um garoto. Neste sábado, 24, o gênio argentino completará 30 anos, ainda em plena forma e com marcas espetaculares jogando pelo Barcelona e pela seleção argentina. Há uma década, o mundo discutia se o craque nascido em Rosário poderia superar Pelé ou Maradona. Ainda não há reposta definitiva, mas está claro que Messi já faz parte do grupo dos maiores gênios da história.

Ele é hoje um dos rostos mais conhecidos do planeta. Mas será que você sabe tudo sobre o craque? Para qual time ele torce? Quem foi seu ídolo? A quem dedica seus gols? Como conheceu sua mulher Antonella? Quais recordes possui?

Confira uma seleção de curiosidades e saiba mais sobre a vida e carreira de Lionel Messi:
1 – Apoio da avó

Lionel Andrés Messi nasceu em 24 de junho de 1987, em Rosário, na Argentina e foi batizado em homenagem ao cantor americano Lionel Richie. O talento do garoto para o futebol foi descoberto bem cedo, aos quatro anos, pelo treinador Salvador Aparício, da equipe amadora Grandoli, que já havia trabalhado com os irmãos de Lionel, Rodrigo e Matias. Encantado com a técnica do menino canhoto, Aparicio perguntou à mãe, Celia, se ele poderia jogar pelo time. Ela, por achá-lo muito pequeno, não quis. A avó, também chamada Celia, no entanto, interveio: “Deixe o menino jogar”. O craque sempre considerou a avó Celia, morta em 1998, como sua principal incentivadora. É a ela que Messi dedica a maioria de seus gols, apontando para o céu.

Messi e sua tradicional comemoração em homenagem à avó, Celia (Alex Livesey/Getty Images/VEJA)2- Newell’s: o primeiro amor

Messi se destacou e logo depois começou a treinar no Newell´s Old Boys, clube de Rosário e time do coração de toda a família. No início da década de 90, um dos ídolos de seu pai, Jorge, era Tata Martino, então meia do Newell’s, que anos depois seria treinador de Lionel no Barcelona e na seleção argentina. Messi garante que os anos fora do país não diminuíram seu amor por “La Lepra”, como é apelidado o clube, e não descarta a possibilidade de voltar a vestir a camisa vermelha e preta no fim da carreira.

3 – Problemas de crescimento
Em 1996, o garoto de nove anos descobriu que tinha deficiência na produção de hormônios do crescimento e começou um tratamento de custo elevado, de 1.000 a 1.500 dólares por mês. O plano de saúde da empresa na qual o pai de Messi trabalhava e o Serviço de Assistências Social da Argentina pagavam o tratamento, mas a crise financeira no país impediu a manutenção do auxílio. Messi chegou a fazer testes no River Plate e deixou treinadores boquiabertos, mas a tradicional equipe de Buenos Aires não quis bancar a moradia do craque-mirim e seus familiares, além do tratamento. Foi neste período que apareceu o Barcelona: seu “descobridor” foi Carles Rexach, histórico jogador e treinador do clube catalão, que na época trabalhava como dirigente e avaliava as revelações que chegavam de várias partes do mundo. O Barça aceitou pagar pelo tratamento do menino de 13 anos, e Messi e sua família toparam se mudar para a Espanha em 2000. O acordo foi assinado em um guardanapo, guardado como relíquia por Horácio Gaggioli, o empresário que o levou à Espanha.

Lionel Messi criança, em Rosário, bem menor que os colegas da mesma idade (Reprodução/Arquivo pessoal)4 – Na Catalunha, o desenvolvimento de um gênio

Messi rapidamente se tornou uma estrela de La Masia, a categoria de base do Barcelona, onde viveu sua adolescência ao lado de futuros colegas, como Gerard Piqué e Cesc Fàbregas. Sua estreia com a camisa do Barcelona B, a segunda equipe do clube, foi em 6 de março de 2004, em vitória de 1 x 0 sobre o Mataro. O argentino jogou 90 minutos e foi um dos destaques, com apenas 16 anos. Messi jogaria ainda mais uma temporada (2004/2005) pelo clube que hoje disputa a Série B da Espanha e serve como “vestibular” para a equipe principal. Apesar de começar no time B, Messi já tinha atuado pelo primeiro time no dia 16 de novembro de 2003, em um amistoso contra o Porto, usando a camisa 14.


5 – A estreia oficial

Messi ainda jogava pelo time B, mas fez sua estreia oficial no dia 16 de outubro de 2004, entrando no lugar do luso-brasileiro Deco, diante do Espanyol. Aos 17 anos, ele usava a camisa 30 do clube. A 10, claro, era de Ronaldinho Gaúcho.


6 – Primeiro gol

Na temporada 2004/2005, Messi conquistou seu primeiro título com o Barcelona, o da liga espanhola. Foram sete jogos e apenas um gol no torneio, o primeiro pelo time A do Barcelona, marcado em 1° de maio de 2005, contra o Albacete. Ele já havia feito um gol, em posição legal mas foi anulado pela arbitragem, e repetiu a dose minutos depois, novamente com assistência de Ronaldinho Gaúcho e toque espetacular por cobertura:


7- Ronaldinho, o mentor

Ronaldinho e outros colegas brasileiros, como Deco e Sylvinho, praticamente adotaram o jovem e tímido fenômeno argentino que chegava das categorias de base. Sete anos mais velho, o camisa 10 percebeu rapidamente que Messi se tratava de um fenômeno e fez de tudo para deixá-lo à vontade tanto dentro como fora de campo, apesar de sua personalidade totalmente distinta. “Sou muito agradecido pela forma como me tratou desde o princípio. Nunca é fácil chegar a um vestiário com 16 anos, ainda mais pela minha forma de ser, mas ele tornou tudo mais fácil”, contou Messi à Barça TV. E foi justamente quando Ronaldinho deixou o Barcelona, em 2008, que Messi passou a ser uma estrela mundial. E o 10 do Barcelona.

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11/11(Getty/VEJA)
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1/11Ronaldinho Gaúcho e Messi durante treino do Barcelona em 2006 (Shaun Botterill/Getty Images)
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2/11Ronaldinho Gaúcho e Messi durante jogo no Bracelona em 2007 (Cesar Rangel/AFP/VEJA)

8 – Seguindo os passos de Maradona

Messi recebeu convites para atuar pela seleção espanhola, mas sempre deixou claro que seu sonho era vestir as cores de seu país. No primeiro grande torneio defendendo a seleção argentina, La Pulga, como foi apelidado pelos compatriotas, obteve grande sucesso – que não se repetiria pela seleção principal até o momento. Ele deu show no Mundial sub-20 de 2005, na Holanda: foi campeão, Bola de Ouro e artilheiro do torneio, com seis gols. Um deles, na semifinal, contra o Brasil, em vitória por 2 x 1 (confira abaixo). Com isso, Messi repetiu feito de Diego Armando Maradona, campeão mundial sub-20, em 1979 e já pintava como herdeiro natural do ex-camisa 10.


9 – Expulsão e trauma

Messi foi expulso apenas duas vezes na carreira, ambas em 2005, uma pelo Barcelona B e a outra em uma ocasião que jamais esquecerá: em sua estreia pela seleção principal da Argentina, menos de um minuto depois de entrar em campo. Com a camisa 18, aos 18 anos, Messi arrancou diante da defesa da Hungria e abriu o braço para se livrar da marcação. O árbitro considerou que Messi agredira o adversário e mostrou-lhe o cartão vermelho. Messi chorou muito no vestiário, com medo de que tivesse arruinado sua carreira na seleção.


10 – Messi de Nike?

Messi é o principal garoto-propaganda da Adidas há vários anos. Tem uma linha exclusiva de roupas e chuteiras e seu nome totalmente associado à marca alemã. Por isso, um detalhe nas primeiras imagens da carreira do craque causa espanto: Messi usava chuteiras da principal concorrente Nike em seus primeiros jogos. A marca americana, inclusive, processou o argentino por fechar contrato com a Adidas em 2006, mas a Justiça considerou que Messi não possuía um vínculo real com a antecessora. A Nike tem como principal estrela o antagonista de Messi, Cristiano Ronaldo.

Lionel Messi com chuteiras Nike, diante do Osasuna, em 2005 (Luis Bagu/Getty Images)
11 – A primeira Liga dos Campeões

Messi conquistou seu primeiro título de Liga dos Campeões em 2006. O principal jogador do Barcelona era Ronaldinho Gaúcho, mas Messi participou de seis partidas e marcou um gol. Tinha esperanças de jogar a final diante do Arsenal, em Paris, mas voltava de lesão e foi preterido pelo técnico Frank Rijkaard. Chateado por não poder jogar, Messi nem entrou em campo para celebrar a conquista com os colegas. Ficou solitário no vestiário, fato do qual se arrependeria no futuro. Semanas depois, disputou sua primeira Copa do Mundo, na Alemanha, e marcou um gol diante de Sérvia e Montenegro.

Sem Messi na festa, jogadores do Barcelona celebram título sobre o Arsenal em 2006 (Odd Andersen/AFP/VEJA)12 – Protagonismo

Messi passou a ganhar mais espaço no time titular nos anos seguintes, sobretudo após marcar três gols em um clássico diante do Real Madrid na temporada 2007/2008. Mas assumiu mesmo o protagonismo no ano seguinte, com a saída de Ronaldinho Gaúcho. Até então, Messi usava a camisa 19.


13 – A mulher Antonella

Messi conhece Antonella Roccuzzo desde criança (ela é prima de um dos amigos de infância do jogador). Os dois se distanciaram com a ida de Lionel para a Espanha, mas retomaram o romance durante férias do craque e oficializaram o namoro em 2007. O aguardado casamento acontecerá no próximo dia 30, numa megacerimônia em Rosário, cidade-natal de ambos. Fala-se em 600 convidados, incluindo Neymar, Suárez, Piqué e grandes craques do futebol mundial.


14 – Herdeiros

Messi e Antonella têm dois filhos. O primogênito Thiago nasceu em novembro de 2012. O segundo herdeiro, Mateo, chegou em setembro de 2015.


15 – Campeão olímpico

Em 2008, Messi defendeu a Argentina nos Jogos Olímpicos de Pequim e teve sua última conquista com o time. Marcou dois gols, incluindo o primeiro contra a Holanda em vitória dura nas quartas de final. Não foi o craque do torneio, mas foi essencial para a conquista. Recentemente, Messi declarou que considera a medalha de ouro o título mais importante de toda a sua carreira.

Messi e Ronaldinho se abraçam antes da semifinal dos Jogos de Pequim, em 2008 (Lars Baron/Bongarts/Getty Images/VEJA)16 – Aimar, o ídolo

O maior ídolo de Messi não é uma figura tão conhecida quanto Maradona, Riquelme ou Batistuta. O jovem Lionel era fã incondicional do meia Pablo Aimar, meia histórico do River Plate (o que cria teorias conspiratórias na Argentina de que Messi, na verdade, seria torcedor do time de Buenos Aires). Em seu primeiro ano como profissional, Messi cruzou com Aimar, então no Valencia, e se surpreendeu ao ver seu ídolo o chamando pelo nome. “O melhor de todos dizer que sou seu ídolo é uma das maiores alegrias que o futebol me deu”, contou Aimar anos depois.

Fã e ídolo em jogo festivo (Gal Schweizer/Getty Images)17 – Melhor do mundo

Em 2009, após conquistar a Liga dos Campeões com o Barcelona marcando um gol na final diante do Manchester United, Messi foi eleito o melhor jogador do mundo pela primeira vez na carreira. Foram 1073 pontos, contra 352 do segundo colocado, Cristiano Ronaldo. Naquele ano, marcou 41 gols em 64 jogos.

Cristiano Ronaldo e Lionel Messi na entrega do prêmio de melhor jogador do ano em 2009 (Fabrice Coffrini/AFP/VEJA)18 – Mais quatro Bolas de Ouro

Em 2010, pela primeira vez em parceria com a revista France Football, Messi foi eleito melhor do mundo pela Fifa novamente, apesar de não ter feito uma boa Copa do Mundo na África do Sul. Ele repetiria o feito em 2011 e 2012, sempre à frente do rival Cristiano Ronaldo. O português levou a melhor em 2013 e 2014, mas Messi voltou ao topo em 2015, após mais uma conquista da Liga dos Campeões. É até hoje o único jogador a conquistar cinco Bolas de Ouro. Em 2017, o título deve ser de Cristiano.

Lionel Messi recebe o prêmio de melhor jogador do mundo em Zurique, na Suíça (Michael Buholzer/Reuters/VEJA/VEJA)19 – Trajes extravagantes

Lionel Messi tem hábitos no mínimo curiosos. Quase sempre discreto, alheio a qualquer tipo de badalação, não se envolve com o mundo da moda – como fazem Beckham ou Cristiano, por exemplo. No entanto, o argentino parece abrir uma exceção no quesito traje de gala: nas Bolas de Ouro da Fifa, Messi já apareceu com smoking preto com bolinhas brancas e vinho brilhante (foto), entre outros.

Lionel Messi discursa no palco durante a cerimônia do Bola de Ouro FIFA 2015, em Zurique (Oliver Morin/AFP)20 – Toque de Guardiola

Messi já era um craque, mas potencializou ainda mais seu jogo sob o comando de Pep Guardiola. Foi o treinador catalão o responsável por transformar o argentino, até então um ponta direita driblador, em um goleador implacável. Como contou em sua biografia Guardiola Confidencial, escrita por Marti Perarnau, Guardiola teve o estalo de reposicionar Messi às vésperas de um clássico contra o Real Madrid. Depois de assistir a uma série de vídeos do rival, ligou para seu camisa 10, às 22h, e pediu que Messi fosse visitá-lo em sua casa. Pep decidiu, então, que Messi começasse o clássico na habitual ponta direita, mas depois invertesse com Samuel Eto’o e flutuasse na entrada da área, onde haveria uma brecha entre os meio-campistas e zagueiros do Real. Resultado: o Barcelona goleou por 6 a 2 no Bernabéu, com dois gols de Messi, o novo “falso 9”.

(Clique e assista lances do ‘nascimento’ do falso 9)

Guardiola e Messi trabalharam juntos de 2008 a 2012 (Javier Soriano/AFP)21 – Vício em refrigerante e pizza

Messi nunca teve problemas para manter seu peso, mas tinha hábitos alimentares pouco saudáveis. Um deles, inclusive, teria causado atritos com Guardiola e também com um de seus patrocinadores. Em 2013, o técnico sueco Hans Backe, do New York Red Bulls, revelou uma história que teria sido contada por Thierry Henry e Rafa Marquez, ex-colegas do argentino no Barcelona. Certa vez, Messi teria desobedecido Guardiola após ser proibido de tomar refrigerante na concentração. “Messi levantou, pegou uma Coca-Cola e tomou na frente do técnico. Imagina o que acontece quando um grande ícone desafia o treinador desse jeito. Era uma guerra que Guardiola não podia vencer”, declarou Backe. No mesmo ano, Messi incomodou a parceira Pepsi ao ser flagrado tomando Coca-Cola em um vídeo divulgado por um torcedor do Vitória, que o presenteou com a camisa do clube baiano. Em 2015, Messi decidiu mudar seus hábitos alimentares e cortar não apenas os refrigerantes, mas também uma de suas maiores paixões: pizza. Com a dieta, o argentino emagreceu, ganhou massa muscular e viu seu rendimento melhorar ainda mais. Sua comida favorita, porém, segue sendo um prato conhecido na Argentina como “milanesa à napolitana” (uma versão mais caprichada da nossa “parmegiana”) feita por sua mãe.

Lionel Messi em campanha para a Pepsi. Em 2013, causou polêmica ao pedir uma Coca-Cola (Youtube/Reprodução)22 – No Maracanã, a maior decepção

Para entrar no grupo dos melhores da história, Messi precisa vencer uma Copa do Mundo, costumam alegar os críticos do argentino. O gênio de Rosário esteve muito perto disso em 2014, justamente no maior templo do futebol mundial, o Maracanã. Messi jogou bem, mas foi muito marcado na final contra a Alemanha. Teve uma grande chance, no início da segunda etapa, porém seu chute cruzado saiu raspando a trave de Manuel Neuer, no que poderia ter sido seu gol inesquecível. Após o tento de Mario Götze, que deu o título à Alemanha na prorrogação, Messi permaneceu com o olhar perdido, sem reação, até mesmo ao receber o troféu de melhor jogador do Mundial.

Messi pega o troféu de melhor jogador da Copa de cabeça baixa, após perder da Alemanha na final (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA)23 – Cristiano, o antagonista

Messi e Cristiano Ronaldo jamais atuaram juntos, nem mesmo em jogos festivos. E, apesar de também nunca terem trocado farpas, formam uma das rivalidades mais marcantes da história do esporte, comparável à de Ayrton Senna e Alain Prost, Larry Bird e Magic Johnson, e Rafael Nadal e Roger Federer. O interessante é que os dois são distintos em tudo: o argentino é canhoto, franzino, alheio aos flashes, e ama ter a bola em seus pés; o português é destro, alto e forte, vaidoso e cada vez mais um finalizador de poucos toques na bola. Também são os astros dos eternos rivais Barcelona e Real Madrid. Em comum estão o faro de gol e a sede por conquistas. Cada um tem quatro títulos da Liga dos Campeões e a dupla domina a premiação de melhor do mundo há uma década – Messi ganhou cinco Bolas de Ouro e Cristiano deve empatar a disputa em 2017. Nos últimos meses, os dois juraram manter um clima amistoso e trocaram elogios.

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24 – Problemas com o fisco

Outro fato em comum entre Messi, Cristiano (e também Neymar e outras estrelas do esporte): os problemas com a Justiça Espanhola. Em maio, a Suprema Corte da Espanha negou recurso apresentado pelo camisa 10 e ratificou uma condenação de 21 meses de prisão por fraude fiscal. O pai e empresário do jogador, Jorge Horácio Messi, teve sua pena reduzida de 21 para 15 meses de detenção. Os dois também foram multados em 2 milhões de euros (cerca de 7 milhões de reais) em uma decisão de julho do ano passado. No entanto, é esperado que nem Messi nem seu pai sejam presos, já que, de acordo com a lei espanhola, sentenças menores a dois anos de pena podem ser cumpridas em liberdade por pessoas sem antecedentes criminais. Os dois são acusados de fraudar o fisco espanhol em 4,16 milhões de euros (cerca de 17 milhões de reais) em valores referentes a direitos de imagem. “Eu me dedicava a jogar futebol, confiava no meu pai e em meus advogados e não tinha ideia de nada”, se defendeu Messi. Nesta quinta, um dia antes de seu aniversário, Messi recebeu a notícia de que poderá substituir sua pena por uma multa milionária.

Lionel Messi e seu pai Jorge respondem processo por sonegação de impostos (Alberto Estevez/Pool/Reuters/Reuters)25 – O trio MSN

Messi, Suárez e Neymar formam um dos trios de ataque mais afinados de todos os tempos – dentro e fora de campo. O primeiro parceiro a chegar ao Camp Nou foi o brasileiro, em 2013, e o entrosamento entre eles demorou um pouco a acontecer. Ainda em adaptação ao futebol europeu, Neymar ficou muito tímido em sua primeira temporada. Com a chegada de Suárez no ano seguinte, porém, os três deslancharam e logo faturaram o título da Liga dos Campeões de 2015. Com Neymar pela esquerda, Messi pela direita e Suárez no centro do ataque, o Barcelona formou um dos times mais espetaculares de sua história. Em quase três anos juntos, o trio jamais deu qualquer mostra de ciúmes ou estrelismo. O calor humano típico dos sul-americanos também aproximou os atacantes fora de campo, como comprovam as incontáveis selfies do MSN nas redes sociais.

Sintonia total: craques sul-americanos se entendem muito bem dentro e fora de campo (Albert Gea/Reuters)26 – Choro e renúncia

Messi conquistou mais de 30 títulos na carreira, mas também coleciona algumas decepções, sobretudo com a seleção argentina. Em 2016, o capitão da seleção amargou o terceiro vice-campeonato em três anos: assim como em 2015, a Argentina foi derrotada nos pênaltis pelo Chile, na decisão da Copa América Centenário nos EUA. Messi perdeu sua cobrança e depois do jogo desabou a chorar em campo e na zona mista (onde os jogadores passam ao lado dos jornalistas) anunciou que estava deixando a seleção. “Já são quatro finais que perdi, três seguidas. É uma lástima, mas tem de ser assim, não dá. Lamentavelmente, eu tentei, era o que eu mais desejava. Não deu para mim, creio que já acabou”, afirmou o camisa 10 no estádio MetLife Stadium em East Rutherford, em Nova Jersey.

O choro do gênio: tristeza de Messi com a derrota da Copa América comoveu argentinos (VEJA.com/Reprodução/Reprodução)
27 – Clamor popular

Messi nunca foi unanimidade entre os argentinos. A fama de pé frio e a comparação a Maradona, herói do título de 1986, além do distanciamento do público por ter vivido desde a adolescência em Barcelona, sempre o incomodaram. No entanto, após renunciar à seleção, Messi recebeu uma onda de carinho dos argentinos, que clamaram por seu retorno com a hashtag #NoTeVayasLio. O craque reconsiderou e retornou ao time meses depois, em uma vitória contra o Uruguai, com gol seu. “Desde o primeiro momento, a torcida me mostrou um carinho impressionante. Havia sido um golpe muito duro, mais um. Refleti e vi o que é este grupo, a conversa com o Patón (Bauza) e o carinho das pessoas”, disse, na ocasião.

Torcedor beija os pés de Lionel Messi em partida contra o Uruguai, em Mendoza, na Argentina (Andres Larrovere/AFP)28 – O novo Messi

O até então discreto Messi decidiu deixar para trás as frustrações esportivas com uma mudança radical de visual. Primeiro, encheu os braços e pernas de tatuagens (talvez por influencia do amigo Neymar). Depois das derrotas na Copa do Mundo e na Copa América de 2015, apareceu em 2016 com a barba ruiva, sucesso na Copa América Centenário – até a nova traumática derrota na final. Dias depois, Messi apareceu com o cabelo totalmente descolorido, contrastando com a barba avermelhada. “Quis mudar para começar do zero. Vinha de muita confusão, de coisas que aconteceram. Pesei que tinha de acabar com isso e começar de novo”, explicou, em uma reveladora entrevista. Meses depois, abandonou o cabelo loiro e aparece de vez em quando com barba.

Clique e relembre todos os ‘looks’ de Lionel Messi


29 – Em 2017, com a torcida

Foto: (Oscar Del Pozo/AFP)

O ano de 2017 não foi dos melhores para Messi em termos de conquistas, já que o Barcelona só venceu a Copa do Rei enquanto o rival Real Madrid celebrou a liga espanhola e a Liga dos Campeões. O argentino, porém, terminou mais uma temporada como chuteira de ouro (artilheiro máximo das ligas europeias), com 37 gols em 34 jogos pelo Campeonato Espanhol. E ainda viveu um grande momento ao decidir a vitória contra o Real Madrid por 3 a 2, em pleno Santiago Bernabéu, nos acréscimos. Na comemoração, Messi foi bem mais efusivo que de costume e ainda exibiu sua camisa em direção aos torcedores rivais, em uma cena que entrou para a história do confronto (à esquerda). Também em 2017, uma imagem de Messi foi eternizada: após a goleada por 6 a 1 sobre o PSG, que classificou o Barcelona às quartas de final da Liga dos Campeões, Messi se juntou ao torcida do clube catalão para celebrar. O fotógrafo mexicano Santiago Garcés conseguiu o “clique perfeito” do momento (abaixo).

Lionel Messi celebra virada sobre o PSG em foto do mexicano Santiago Garcés (Santiago Garcés/FC Barcelona/Divulgação)
30 – Coleção de recordes

O trintão Messi ainda tem alguns anos de carreira, mas já detém recordes impressionantes: é o maior vencedor de prêmios de melhor do mundo (cinco), maior artilheiro da história do Barcelona (507 gols), maior artilheiro da história da seleção argentina (58 gols), maior artilheiro da liga espanhola (349 gols), maior artilheiro do clássico espanhol (23 gols pelo Barcelona contra o Real Madrid), recordista de gols em um mesmo ano (91 em 2012), entre outras marcas.

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