[Notícias][6]

"JUSTIÇA"
"PREFEITÁVEL"
"Religião e Política"
´Polícia
2014
Ação Social
acidente
Advogado(s)
AGENDA DE HENRIQUE ALVES
AGENDA DOS CANDIDATOS
Agricultura
ANIVERSARIANTE DO DIA
Apodí
Aposentados
Aposentados...
Artísta
Artístas
Assalto(s)
Assu
Ator
Atriz
Bancos
Bancos/Financeiras
BELEZAS
BLO
Blogueiro
BRASIL
Brasília
Câmara dos Deputados
Câmara e Senado
CAMARA FEDERAL
CÂMARA FEDERAL
CÂMARA FEDERAL/SENADO FEDERAL
Câmara Municipal
CAMPANHA
Cantor
Cantora
cantores
Caraúbas
Carnaval
Celebridades
Chuva
Cidades
Ciência
Comunicação
Comunicado
Concurso Público
Congresso
Consumidor
CONVITE
COPA DO MUNDO/2014
Correios
CORRUPÇÃO
COTIDIANO
crime
Cultura
Curiosidades
Cursos
DADOS
Datas Comemorativas
Debate ao Governo
Debate Presidencial
Defesa Civil
DENÚNCIA
DEPUTADA FEDERAL
Deputado
Deputados Estaduais do RN
Dia a dia...
Dicas
Dilma
Drogas
Economia
Econômia
educação
Educadores
Eleições
Eleições 2014
Eleições 2014/RN
Eleições 2016
Eleições Municipais 2016
Eleições Municipais Segundo Turno
Eleições Presidencial
Eleições Suplementares
Emenda Parlamentar
Emprego
ENQUETE
Ensaio
Esporte
Estatísticas
Evento
EVENTOS
EX DEPUTADO
Ex governador
Ex Ministro
Ex Prefeito(a)
Ex presidente
Facebook
Famosos
Felipe Guerra
Feriados
FESTAS
Forró
Futebol
Gerais no RN
Governador
Governador do RN
Governadores
Governo
Governo do RN
Governo Federal
Greve
Henrique Alves
Humor
Humoristas
Impeachment
Incendio
Incêndio
Industria
Internet
Investigação
IPVA
itaú
ITAÚ/RN
Jogadores
Juiz(a)
JUS
Justiça
JUSTIÇA ELEITORAL
Leilão
Leis
LEVANTAMENTO
LEVANTAMENTO...
LGBT
LIGEIRINHAS...
Loteria
Martins
Médico
MENSALÃO
Ministro
Ministros
MMN
Mossoró
MP/RN
MPF
MPF/RN
MULTINÍVEL-MMN
Mundo
Mundo Animal
Natal
Natureza!
Nordeste
Nota de Esclarecimento.
Nota de Repúdio
Palestra
PATU
Pau dos ferros
Pesquisa
PIS/PASEP
Poder
Poder Legislativo Municipal
POL ROD ESTADUAL DO RN
POL TECNICA
POLICIA
polícia
POLICIA AMBIENTAL
POLÍCIA AMBIENTAL
Polícia Civil
Polícia Federal
Polícia Militar
POLICIA MILITAR DO RN
POLÍCIA ROD FEDERAL
POLÍCIAS
POLITICA
política
política do RN
Políticos
Políticos do rn
PREFEITÁVEIS
Prefeito
Prefeito(a)
Prefeitos
Prefeitura
Prefeituras
Presidenta
Presidente
Presidente da República
Presidente da República do Brasil
PRESIDENTE TEMER
Presídio
PRF
Processo Seletivo
Protesto
Protestos
Protestos...
PUBLICIDADES
Redes Sociais
Religião
Revista
Riacho da Cruz
Rodolfo Fernandes
Rosalba Ciarlini
Salário
Saúde
Saúde Pública
Seca
Secretário de Saúde
Secretário(a) de SPRN
Segurança Pública
Segurança Pública RN
Senado Federal
Senador
Senador(a)
Servidores do estado do RN
Servidores Federais
Servidores municipais
Severiano Melo
SOCIAL
STF
Taboleiro Grande
Tecnologia
Televisão
Trabalhador
Tragédia
Umarizal
vereador(a)
VEREADORES
Vestibular
Vice governador
Vice Presidente da República do Brasil
Vice-Prefeito(a)
VÍDEO
Violência

ECONOMIA Arrecadação federal sobe 0,77% no 1º semestre, para R$ 648 bilhões

A arrecadação federal totalizou R$ 648,58 bilhões no primeiro semestre deste ano, informou nesta quarta-feira (19) a Receita Federal. O valor se refere à receita com impostos, contribuições federais e outras, como royalties pagos ao governo por empresas que exploram petróleo no país.

O resultado representa um aumento real (descontada a inflação) de 0,77%, na comparação com o mesmo período de 2016. Foi o melhor resultado para os primeiros seis meses de um ano desde 2015.

A receita com os royalties do petróleo avançou 53,3% em termos reais nos seis primeiros meses deste ano e foi a principal responsável pelo crescimento de toda a arrecadação federal na primeita metade deste ano.O aumento da arrecadação com royalties tem sido impulssionado pela alta no preço do petróleo no mercado internacional.

Entretanto, a arrecadação de impostos e contribuições ainda sofre os reflexos da crise econômica que atinge o país e registrou queda real de 0,20%, segundo números oficiais.

Resultado de junho

Os dados da Receita Federal também mostram crescimento da arrecadação quando considerado apenas o resultado do mês de junho. Neste caso, o aumento real (após o abatimento da inflação) foi de 3% na comparação com o mesmo mês do ano passado, para R$ 104,1 bilhões.

Foi o melhor junho desde 2015.

Nesta comparação, o aumento foi motivado pelas receitas de impostos e contribuições federais, que avançaram 3,17% contra o mesmo mês de 2016, enquanto a arrecadação com “royalties” do petróleo recuou 6,09%.

De acordo com o Fisco, em junho deste ano avançou a arrecadação vinda de setores como o comércio atacadista (+22%), a fabricação de veículos (+19,3%), de equipamentos de informática (+17,9%), de produtos alimentícios (+8,2%) e de produtos têxteis (+17,99%), entre outros. A comparação foi feita com junho de 2016.

Por tributos, subiu a receita previdenciária (+1,24%), a arrecadação do Imposto de Importação (+4,9%), do Imposto Sobre Produtos Industrializados (+14,81%), do Imposto de Renda (+3,74%), da Cofins (+3,12%), mas recuou a receita da CIDE dos combustíveis (-5,5%).

Os números mostram que a arrecadação federal registra altos e baixos em 2017. As receitas aumentaram em janeiro, fevereiro, abril e junho, mas caíram em março e maio. O resultado leva em conta sempre a comparação com o mesmo mês do ano anterior.

Para Receita, demanda começa a se recuperar

Segundo o chefe do Centro de Estudos Tributários e Aduaneiros da Receita Federal, Claudemir Malaquias, a arrecadação do primeiro semestre foi influenciada pelo baixo nível de atividade, mas o resultado de junho sinaliza que a demanda por produtos e serviços começa a se recuperar.

“Nós começamos o ano não tão bem assim, mas a gente está bastante animado com o resultado [de junho]. A gente percebe que vários tributos apresentaram comportamento positivo contra o mesmo mês do ano passado”, afirmou ele.

De acordo com Malaquias, a “economia real” está reagindo positivamente. “Tem tudo para sinalizar que isso é trajetória [de crescimento para os próximos meses]. Mas não temos condições de falar o que vai acontecer na frente”, acrescentou.

Meta fiscal

O comportamento da arrecadação é importante para o governo tentar atingir a meta fiscal. Para todo ano de 2017, o objetivo foi fixado em um déficit primário (despesas maiores do que receitas, sem contar os juros da dívida pública) de até R$ 139 bilhões.

Inicialmente, o governo anunciou um bloqueio de R$ 42,1 bilhões em gastos na peça orçamentária deste ano e um aumento da tributação sobre a folha de pagamentos, com arrecadação extra prevista de R$ 4,8 bilhões em 2016 e de R$ 1,2 bilhão com a instituição do IOF para cooperativas, para tentar atingir a meta fiscal deste ano. Recentemente, liberou R$ 3,1 bilhões em gastos.

Analistas de instituições financeiras, porém, preveem que a meta fiscal não será cumprida em 2017. Estimativa do mercado feita em abril, e divulgada recentemente, aponta para um rombo de R$ 145 bilhões nas contas do governo neste ano, acima da meta fiscal.

A crise econômica, e os rombos sucessivos nas contas públicas, já provocaram a retirada do chamado “grau de investimento” – uma recomendação para investir no país – pelas três maiores agências de classificação de risco (Standard & Poors, Fitch e Moody´s).

No ano passado, o rombo fiscal somou R$ 154,2 bilhões, o maior em 20 anos. Em 2015, o déficit fiscal totalizou R$ 115 bilhões. A consequência de as contas públicas registrarem déficits fiscais seguidos é a piora da dívida pública e mais pressões inflacionárias.

Rede News

www.blogclaudiooliveira.com

Aqui você fica bem informado.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.

FAÇA UMA PESQUISA NO BLOGUE