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Seguro para celular é alternativa em meio à insegurança


A enfermeira Marcela Delgado buscou um seguro assim que adquiriu um novo aparelho (Foto: Cedida)
Os aparelhos eletrônicos, em especial os celulares, são os artigos mais visados pelos criminosos em assaltos que ocorrem diariamente no Rio Grande do Norte. Embora a Secretaria do Estado de Segurança Pública (Sesed) não tenha números atualizados, em todo o país as estatísticas mostram que 50% do total de ocorrências de roubos, envolvem celulares. Para buscar prevenir a perda dos aparelhos, muitas pessoas têm buscado a opção de aderir a seguros.

Jacques Andrade, diretor secretário do Sindicato dos Corretores de Seguros do Rio Grande do Norte (Sincor-RN), explica que “o seguro é para equipamentos portáteis, não apenas celular. Engloba notebooks, tabletes e câmeras”. O serviço “cobre o roubo, que é a preocupação de todos. Mas também prejuízos causados por quedas e danos elétricos”, descreve o corretor.

Dados da Agência Nacional de Telecomunicações, a Anatel, indicam que no Brasil, em agosto de 2017, havia 116,53 celulares para cada 100 habitantes. Ou seja, há mais aparelho do que gente. Mesmo assim, o seguro destinado aos equipamentos portáteis ainda é desconhecido de grande parte da população.

Ainda é um seguro restrito, até mesmo para seguradoras”, afirma Andrade. O presidente do Sincor, Alderi Alves de Moura, conta que em outros locais do Brasil, o serviço é mais conhecido do que em terras potiguares: “Nem todos têm conhecimento, ainda. Aqui a procura é pequena, mas em grandes centros é bem comum”.

Mesmo não sendo uma modalidade de seguros tão forte no estado, o presidente do Sincor demonstra que a tendência é crescer. “Há tendência de crescimento na busca por esse tipo de seguro, porque as pessoas estão se sentindo mais vulneráveis”, enfatizou Alderi.

“Ainda é um seguro restrito, até mesmo para seguradoras”, afirma Andrade. O presidente do Sincor, Alderi Alves de Moura, conta que em outros locais do Brasil, o serviço é mais conhecido do que em terras potiguares: “Nem todos têm conhecimento, ainda. Aqui a procura é pequena, mas em grandes centros é bem comum”.

Mesmo não sendo uma modalidade de seguros tão forte no estado, o presidente do Sincor demonstra que a tendência é crescer. “Há tendência de crescimento na busca por esse tipo de seguro, porque as pessoas estão se sentindo mais vulneráveis”, enfatizou Alderi.

A única hipótese que o seguro não cobre o furto é quando o aparelho fica à mostra dentro de um veículo, atraindo atenção dos criminosos.

Confira matéria na íntegra AQUI.
Via: Senadinho Macaíba

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