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Em Mossoró,Rosalba acabou com a segurança da cidade

11 BICs, Ronda Escolar, Operação Integração, diárias para 140 policiais de folga ajudaram na segurança das ruas: esses são apenas alguns serviços abertos na gestão Francisco José Jr., dizimados pela atual prefeita de Mossoró, Rosalba Ciarline Rosado (PP), mas por quê?

De acordo com o artigo 144 da Constituição Federal, a segurança pública é dever do Estado brasileiro, direito e responsabilidade de todos. Ou seja, é uma responsabilidade compartilhada entre os governos federal, estadual e municipal. Ela é exercida para a proteção das pessoas e do patrimônio, bem como a preservação da ordem pública.

Sendo a segurança pública uma responsabilidade de todos, cada esfera do governo tem o compromisso de realizar investimentos para melhorar esta área. É preciso lembrar que a segurança pública faz parte da organização administrativa. Por isso, a gestão em cada esfera política é responsabilidade dos chefes do executivo, ou seja, do Presidente, dos governadores e dos prefeitos.

Em Mossoró, desde janeiro vivemos um retrocesso na área de segurança pública, por pura picuinha política. Quando assumiu à Prefeitura, Rosalba Ciarline, que já havia conseguido vários fracassos na segurança enquanto governadora, retirou as 11 Base Integradas Cidadãs das ruas de Mossoró, o que deixou, também, órfão o cidadão de um projeto que foi premiado nacionalmente. As BICs eram bases de apoio para os policiais que faziam rondas na localidade. A Prefeitura entrava com a estrutura e as diárias dos policiais que estavam de folga, dando, assim, mais conforto ao popular, que tinha uma maior sensação de segurança, pois contava com viaturas exclusivas para aquela região de atuação das BICs.

Outro projeto criado pelo então prefeito Francisco José Jr que merece total destaque é a Operação Integração. Uma verdadeira força-tarefa era montada para que as ações de segurança ocorressem simultaneamente em vários bairros da cidade. Vinte e cinco viaturas e oito motocicletas davam apoio ao efetivo extra que já estava nas ruas da cidade realizando rondas, patrulhamentos e abordagens.

O secretário de Segurança Pública e Defesa Civil da época, coronel Alvibá, relatou como era realizada a Operação Integração: “Nossa intenção é combater o crime e proporcionar mais segurança ao cidadão mossoroense, principalmente nos bairros que consideramos áreas de crise, onde são registrados maiores índices de criminalidade”. Ou seja, era a Prefeitura fazendo a sua parte pela segurança, que hoje soma 234 mortes violentas. A Operação Integração contava com o apoio de policiais do 2º e do 12º Batalhão de Polícia Militar, Comando da Polícia Rodoviária Estadual (CPRE), Companhia Independente de Proteção Ambiental (CIPAM) e Esquadrão de Polícia Montada (EPMon).

Dentre os projetos criados para a área de segurança, que também foram excluídos pelo governo Rosalba, havia o Ronda Escolar, que teve números expressivos na diminuição de ocorrências nas escolas de Mossoró. Hoje, o que se vê são arrastões e mais arrastões as unidades.

Logo quando assumiu o governo, uma das primeiras ações da prefeita Rosalba foi retirar os guardar civis das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs). Após pressão da população e inúmeros roubos, acabou colocando-os de volta nas unidades.

A gestão Francisco José Jr. nomeou mais de 100 guardas municipais, para irem as ruas ajudar na segurança da população. Até agora, na área de segurança, a prefeita Rosalba não exibiu projetos e muito menos realizou nomeações para a área.

O ano está acabando e o que vemos é uma cidade amedrontada, com inúmeras mortes e o que mais parece é que a política está acima do bem-estar da população. Enquanto a Prefeitura não exibe projetos, o cidadão se sente cada vez mais amedrontado de ir as ruas.

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