[Notícias][6]

Sobe para 36 o número de mortes por febre amarela em São Paulo O número de casos da doença também aumentou, passando de 40 para 81 no mesmo período


Febre amarela: o balanço se refere aos registros da doença de janeiro de 2017 até agora (James Gatany/Wikimedia Commons)
São Paulo – O número de mortes confirmadas por febre amarela no Estado de São Paulo subiu para 36, segundo boletim divulgado pela Secretaria Estadual da Saúde no início da noite desta sexta-feira, 19. O número é 71% maior do que o registrado no balanço da semana passada, quando a pasta contabilizava 21 óbitos. O balanço se refere aos registros da doença de janeiro de 2017 até agora.

O número de casos da doença também aumentou, passando de 40 para 81 no mesmo período. O município de Mairiporã, na região metropolitana de São Paulo, registrou mais da metade de todos os casos do Estado – 41, dos quais 14 evoluíram para óbito. A cidade vizinha Atibaia é a segunda com o maior número de registros da doença (9), seguida por Amparo (5).

Juntos, os três municípios concentram dois terços de todos os casos e óbitos registrados no Estado desde o ano passado. Outros 17 municípios também confirmaram infecções de pacientes. A capital paulista não tem casos autóctones (de transmissão interna) confirmados.
Reação

A Secretaria Estadual da Saúde também informou que três pessoas morreram por reação à vacina da febre amarela desde o início do ano passado – duas na capital e uma em Matão, na região de São José do Rio Preto, interior do Estado. Outros seis casos de óbito por reação vacinal estão em investigação.

Embora rara, a reação à vacina pode ocorrer porque o imunizante é feito com o vírus vivo atenuado. Nas reações graves, que tem incidência de 1 caso a cada 500 mil pessoas vacinadas, o paciente pode desenvolver a doença viscerotrópica aguda, que leva a uma disfunção aguda de múltiplos órgãos.

“Justamente pelo perfil da vacina, a imunização é indicada apenas para quem precisa, considerando-se o risco de exposição à febre amarela. Portanto, em locais urbanos, onde não há transmissão, não há motivo para expor a população a um risco desnecessário”, destacou o órgão, em nota.

EXAME

www.blogclaudiooliveira.com

Aqui você fica bem informado.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.

FAÇA UMA PESQUISA NO BLOGUE