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Mulher diz que matou filho recém-nascido degolado porque não tinha como sustentar

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Em Ponta Grossa no Paraná/PR, uma mulher,(mãe), se é que podemos chamar de Mãe, degola a própria filha recém nascida e durante a entrevista ela diz; “Eu não Tinha Como Sustentar, Por isso Matei". De maneira fria, ela conta como e porque cometeu esse crime bárbaro. Maria Geni Lourenço de Oliveira, de 41 anos, confessa que tirou a vida de sua filha de apenas 3 dias e ainda contou detalhes sobre o crime. A mulher foi encaminhada à 13ª SDP e revelou detalhes do crime. Segundo o relato, a criança (uma menina) nasceu no Hospital Evangélico, com 3,2 quilos.
A mãe e o bebê receberam alta dois dias depois, por volta das 13 horas, e foram para casa. Maria Geni disse que, assim que chegou à residência, começou a pensar em como iria se livrar da criança. Por volta da meia noite, quando a filha mais velha já dormia, ela levou o bebê para fora de casa, colocou-a sobre um toco de árvore que fica na parte dos fundos do terreno e utilizou uma faca de açougueiro para corta a cabeça do recém-nascido. A cabeça chegou a se desprender do corpo. A mãe então teria utilizado um saco plástico preto para recolher o cadáver e tentou escondê-lo sob uma montanha de telhas de eternit que existe no local. A Polícia foi avisada da situação através de uma denúncia anônima ao 190.




Os policiais chegaram à residência por volta das 14 horas e Maria Geni acabou confessando o crime e indicou o local onde estava o corpo. Em conversa com a equipe do DC, ela informou que fazia tratamento psicológico há quatro anos, com uso de medicamentos controlados. No entanto, durante a gestação, foi orientada a interromper o tratamento. Maria Geni tem mais um filho de 18 anos, que estaria trabalhando no momento do crime. Segundo ela, o pai do recém nascido seria um caminhoneiro, que não quis assumir a paternidade.
O bárbaro crime aconteceu em março de 2016, ela foi julgada em setembro de 2017 e condenada em júri popular ocorrido no Fórum Ponta Grossa, mas a prisão preventiva foi substituída por medida cautelar de internação provisória, sendo ela conduzida para tratamento psiquiátrico. A condenada foi encaminhada para ala de tratamento-psiquiatrico do Complexo Médico Penal de Curitiba e receberá tratamento durante pelo menos três anos. A internação pode se tornar definitiva, caso a perícia médica constate a necessidade.

JoãoMoacir/ÁguaBoaNews

www.blogclaudiooliveira.com

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