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Suspeito de atacar e atear fogo em porteiro no RJ se entrega à polícia

Marcelo Cavalcanti Gomes está preso na 110ª DP, em Teresópolis. Polícia diz que ele confessou o
22 de junho de 2018
(Foto: Reprodução/ TV Globo)

Marcelo Cavalcanti Gomes, suspeito de atacar e atear fogo no porteiro Jefferson Quintanilha, de 23 anos, se entregou à polícia no fim da noite desta quinta-feira (21). Ele está preso na 110ª DP, em Teresópolis, na Região Serrana do Rio. Segundo a Polícia Civil, Marcelo confessou o crime.O delegado responsável pelo caso, Leandro Aquino, afirmou que a motivação do crime foi “ciúme excessivo”. “Ele acreditou que a vítima, o Jefferson, estaria tendo um caso com a companheira dele e que esse caso teria se consumado dentro da casa que ele vivia com ela”, afirmou.

O suspeito vai responder pelos crimes de tentativa de homicídio qualificado e crime de incêndio, de acordo com o delegado. A pena pode chegar a mais de 40 anos de prisão.

Marcelo Gomes estava foragido e teve a prisão preventiva decretada pela Justiça também nesta quinta. O crime aconteceu na última terça (19), no conjunto habitacional Fazenda Hermitage, em Teresópolis.


Porteiro estava trabalhando quando foi surpreendido pelo agressor (Foto: Divulgação/Polícia Militar)
Como foi o ataque

O crime foi registrado pelas câmeras de segurança do condomínio e o vídeo, cedido pela PM, mostra o suspeito abrindo o galão de gasolina (veja abaixo). Em seguida, ele entra na cabine e joga o combustível no rosto do porteiro, ateando fogo com um isqueiro.

A irmã do jovem, Camila Quintanilha, contou ao G1 que Jefferson correu cerca de 300 metros da portaria até chegar em casa, no conjunto habitacional, e receber o socorro da mãe e de vizinhos, que usaram um tapete e até terra para apagar as chamas.

“Primeiro minha mãe ligou o chuveiro, mas desistiu. Depois ela deu tapas pelo corpo dele e o abraçou. Ela ficou com a roupa queimada e machucou as mãos, que estão com bolhas”, afirmou Camila. A irmã do porteiro disse que não conhece o suspeito do crime.

Ao G1, a mãe do porteiro, Maria Lúcia Quintanilha, disse que “isso não se faz nem com um animal. Imagina com um ser humano”.

Atendimento médico

Os bombeiros foram chamados às 16h09. Quando chegaram ao local, encontraram a vítima em pé e lúcida na rua. Jefferson teve 60% do corpo queimado.

Ele entrou sozinho na ambulância e foi levado para o Hospital das Clínicas de Teresópolis (HCT). Depois, foi transferido de helicóptero para o Hospital Estadual Vereador Melchiades Calazans, em Nilópolis, no Rio de Janeiro, na tarde de quarta-feira (20).

A mãe de Jefferson está no Rio, mas o hospital não permite acompanhantes. “Ele continua sedado e entubado por causa da gravidade das queimaduras”, informou a irmã.



Jefferson Quintanilha teve 60% do corpo queimados, segundo informou o Hospital das Clínicas de Teresópolis (Foto: Polícia Militar | Divulgação)

FONTEG1

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