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UPAs fechadas: municipalistas buscam soluções para as 145 unidades prontas e sem funcionamento



A Confederação Nacional de Municípios (CNM) e os gestores municipais buscam soluções para as 145 Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) prontas e sem funcionamento. No entanto, a Confederação ressalta que manter essas estruturas em funcionamento ainda é um desafio aos gestores municipais, principalmente por conta da disparidade entre o custo real de gestão e a manutenção e o valor repassado pelo governo federal. A problemática foi tema de matéria publicada no portal de notícias Uol desta quinta-feira, 23 de agosto.De acordo com o portal, falta de planejamento, promessas eleitorais e baixo orçamento dos Municípios promoveram o desperdício de mais de R$ 268 milhões investidos pelo governo federal com a construção das UPAs, criadas para o atendimento emergencial da população, mas que estão fechadas. Os dados publicados na matéria são do governo federal, e apontam que São Paulo têm unidades nessas condições, 22 postos de portas fechadas.

A Bahia e o Pará contabilizam 13 Upas, cada um, na mesma condição. O Paraná tem 11 e o Ceará dez. Rio Grande do Sul e Pernambuco registram nove unidades concluídas e sem funcionamento. Goiás e Mato Grosso são responsáveis por oito Upas da lista, cada um. Piauí, Espírito Santo, Tocantins e Minas Gerais contabilizam cinco postos. Os Estados com menos casos são: Santa Catarina, com quatro unidades; Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Rondônia, com três; Paraíba e Amazonas, com duas; e Amapá com apenas uma Upas no ranking.

Via: BlogdeAssis

www.blogclaudiooliveira.com

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