Disputa mais provável (Nelson Almeida/AFP – Ulisses Dumas/Divulgação)Um tucano da alta plumagem do Senado anteviu o problema que se anunciava para seu partido.

Lá atrás, quando Lula inda nutria esperanças de disputar a eleição, ele previa que o PSDB iria gramar para se manter competitivo no páreo presidencial.

E, naquela ocasião, a excelência foi perguntada o que faria caso seu correligionário morresse na praia e ele tivesse de escolher entre Jair Bolsonaro e o nome do PT.

Resposta do correligionário de Geraldo Alckmin: “Contra o Bolsonaro, eu faço campanha para o PT”, cravou, antes de brincar: “Mas no dia seguinte à eleição, fujo do país”.

Como ele, há uma de penca peessedebistas, embora silenciosos, dispostos a caminhar com Haddad.

Mauricio Lima – Radar On-line, Veja

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