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Natal ocupa a quarta posição entre os menores valores para a cesta básica Na capital, o custo do conjunto dos alimentos básicos teve retração de 1,58% em seu valor médio em relação ao mês de agosto custando R$ 330,30

04/10/2018 às 14:10Reprodução/ SENotícias
Em 12 meses, a variação anual foi de 1,98% e, nos nove meses de 2018, de -0,27%
Redação

O preço do conjunto de alimentos essenciais caiu em 10 das 18 cidades onde o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) realiza a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos. As reduções mais expressivas foram registradas em Goiânia (-2,31%), Recife (-2,17%) e João Pessoa (-1,94%). Em São Paulo, a o valor da cesta não variou. Foram registradas altas em sete capitais, com destaque para a taxa de Campo Grande (5,24%) e Salvador (1,26%).No município de Natal, o custo do conjunto dos alimentos básicos teve retração de 1,58% em seu valor médio em relação ao mês de agosto custando R$ 330,30. No ranking nacional entre as 18 capitais pesquisadas pelo DIEESE, Natal ocupou a 4ª posição entre os menores valores para a cesta. Em 12 meses, a variação anual foi de 1,98% e, nos nove meses de 2018, de -0,27%.

Entre agosto e setembro de 2018, oito produtos tiveram redução nos preços: banana (-9,52%), farinha de mandioca (-4,65%), feijão carioquinha (-4,31%), açúcar refinado (-3,91%), tomate (-2,87%), carne bovina de primeira (-0,46%), arroz agulhinha (-0,38%) e leite integral (-0,23%). O óleo de soja e a manteiga não apresentaram alteração em seu valor médio. A pesquisa captou alta para os demais itens: pão francês (0,57%) e café em pó (0,86%).

Em 12 meses, seis produtos apresentaram elevação acumulada de preços: tomate (21,54%), leite integral (19,35%), pão francês (10,31%), carne bovina de primeira (3,95%), arroz agulhinha (0,67%) e manteiga (0,46%). O óleo de soja não sofreu alteração em seu valor médio. Os valores de outros cinco itens tiveram registro de queda: feijão carioquinha (-18,45%), banana (-16,53%), açúcar refinado (-15,00%), farinha de mandioca (-14,29%) e café em pó (-1,51%).

O trabalhador natalense cuja remuneração equivale ao salário mínimo precisou cumprir jornada de trabalho, em setembro, de 76 horas e 10 minutos, quantidade menor que a de agosto, 77 horas e 23 minutos. Em setembro de 2017, a jornada era de 76 horas e 03 minutos.

Em setembro de 2018, o custo da cesta em Natal comprometeu 37,63% do salário mínimo líquido (após os descontos previdenciários). Em agosto, o percentual exigido era superior, 38,24% e, em setembro de 2017, de 37,57%.

Do AGORARN

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