Uma das funções mais pedidas por usuários do WhatsApp há anos finalmente começará a ser implementada pelo aplicativo. Segundo o WABetaInfo, que costuma antecipar informações do serviço com alta quantidade de acertos, o mensageiro passará a testar um recurso que impede que você seja adicionado em grupos sem sua permissão. A funcionalidade é, para muita gente, um sonho virando realidade. Sabe aquele monte de grupos em que você é adicionado sem que quisesse estar ali? Isso finalmente vai acabar.
O recurso ainda não tem data para chegar a todos os usuários, mas já dá para saber alguns detalhes de como o usuário poderá selecionar criteriosamente grupos em que é adicionado. Ele aparecerá como teste já na próxima versão beta do aplicativo no sistema iOS, usado em iPhones.
Na atualização, o WhatsApp deixará que o usuário gerencie como quer lidar com convites a grupos dentro dos ajustes. O caminho a ser seguido no iPhone, onde o recurso será testado primeiro antes do Android, será este: Ajustes - Conta - Privacidade - Grupos. Após abrir a aba dos grupos, você terá uma gama de opções de privacidade para escolher quem pode te adicionar em grupos: "todos", "meus contatos" e "ninguém".
Ao selecionar "todos", qualquer um poderá adicionar você em um grupo sem a sua autorização. Para "meus contatos", isso só valerá para pessoas que você tem o número salvo no celular. Já a opção "ninguém" fará com que você não seja adicionado em nenhum grupo sem permissão. De acordo com o WhatsApp, o usuário que escolher por restringir convites receberá um pedido para entrar em um grupo quando um administrador não puder adicionar a pessoa automaticamente. Nesses casos, será criado um chat novo em que será perguntado se você quer participar do grupo com as opções "aceitar" e "rejeitar".
Esse pedido será válido por 72 horas dentro do aplicativo e você não poderá receber mais de dois convites de um mesmo grupo. A funcionalidade ainda não está disponível por seguir em desenvolvimento, mas em breve estará presente tanto no iOS quanto no Android. Agora é só torcer para esse processo ser rápido.


Fonte: Gabriel Francisco Ribeiro/UOL
Foto: Getty Images

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