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Quem é Rogério Caboclo, novo presidente da CBF

Ex-dirigente de São Paulo e Federação Paulista de Futebol, dirigente foi eleito em abril do ano passado, com Marco Polo Del Nero como "padrinho"
Por Da redação
access_time10 abr 2019, 12h05 - Publicado em 10 abr 2019, 11h39more_horiz


Rogério Caboclo é o novo presidente da CBF (Lucas Figueiredo/CBF/Flickr)

Antigo diretor executivo da entidade, o paulista Rogério Caboclo foi empossado nesta terça-feira 9 como novo presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). O dirigente de 45 anos assumiu oficialmente o posto deixado pelo Coronel Antônio Nunes – na prática, Caboclo já comandava a entidade, enquanto o dirigente paraense, marcado por gafes, tinha figura decorativa. Apadrinhado por Marco Polo Del Nero, que deixou o cargo em dezembro de 2017, quando foi suspenso pela Fifa por corrupção, Caboclo será o 20º presidente da história da CBF e ficará no cargo até abril de 2023.

Rogério Caboclo é advogado e administrador de empresas, e é filho de Carlos Caboclo, diretor do São Paulo nos anos 1970 e 1980. Tornou-se cartola e depois diretor executivo do clube na gestão de Paulo Amaral, entre 2000 e 2002, antes de completar 30 anos. Em 2001, Caboclo ganhou chance como diretor na Federação Paulista de Futebol.

Após o cargo na FPF, foi diretor de Relações Institucionais do Comitê Organizador Local da Copa do Mundo de 2014. Quando Del Nero assumiu a presidência da CBF, se tornou diretor financeiro, em 2014. No fim de 2016, virou diretor executivo. No período à frente das finanças da entidade, foi responsável por controlar os gastos na entidade. Desde o início, contou com o apoio de Del Nero nas articulações políticas que o levaram à presidência.

No fim de 2017, Caboclo esteve com a seleção, acompanhando os amistosos na Rússia e na Alemanha. Foi o chefe da delegação brasileira na Copa de 2018, na Rússia, meses depois de ser eleito presidente da CBF, com votos de todos os vinte clubes da série B, com peso 1, e de dezessete da série A, com peso 2. O Athletico-PR não enviou representante, o Flamengo se absteve e o Corinthians votou em branco.


Considerando bom negociador, foi responsável por retomar as relações da entidade com a Fifa e com a Conmebol depois das trapalhadas do coronel Nunes, que “traiu” o bloco sul-americano ao votar no Marrocos como sede da Copa de 2026. No dia de sua posse, Caboclo anunciou diversas novidades, que incluíram uma nova identidade visual da CBF.

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