Miliciano foi encontrado com quatros armas e 13 celulares — Foto: Divulgação/SSP-BA

O secretário de Segurança Pública da Bahia, Maurício Barbosa, voltou a descartar nesta segunda-feira a hipótese de que tenha havido “queima de arquivo” na morte do miliciano Adriano da Nóbrega, durante uma ação policial, ontem, no município de Esplanada (BA).O secretário destacou os policiais abriram fogo contra Adriano, porque ele resistiu à abordagem.


“Nós estamos tratando de um ex-policial militar do BOPE, altamente treinado. Então, se dizer agora, que não deveríamos ter feito, tudo é achismo, é conjectura de pessoas que não participam, que nunca participaram de uma ação policial. Tentamos, mais uma vez, trazer aqui a pessoa presa, mas a escolha, infelizmente, não foi da nossa equipe, foi de quem efetuou a resistência e quis confrontar com nossos policiais”, disse Barbosa.


Os policiais apreenderam com Adriano uma pistola austríaca calibre 9mm. Dentro do imóvel, as equipes ainda encontraram mais três armas e 13 celulares.

Segundo o secretário, o inquérito sobre a ação da polícia deve ser concluído em 15 dias. “O inquérito se refere à diligência e à operação em si, como também a esses crimes.”

O Antagonista, com G1

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