Hilário, o cenário que envolve a câmara de vereadores de Riacho da Cruz, nestes dias.

Após ser cassado pela câmara, por 6 votos contra 2, o vereador Rillen Rocha terá seu mandato de volta.
O presidente da Casa, Claúdio Uberlane de Sá, conhecidíssimo "Borracheiro", que como poucos domina a arte de presidir o legislativo, afinal é presidente daquela honrada instituição, faz aproximadamente 11 anos consecutivos, convocou uma sessão extraordinária para a segunda-feira vindoura, (16), com o objetivo de revogar a decisão tomada pelos 6 parlamentares, tirando a cadeira concedida pelo povo riachocruzense, ao vereador Rillen Rossy Rocha Reges.
CASSAÇÃO
O motivo que culminou com o pedido de cassação, foi o fato do parlamentar em tela, ter faltado 7 sessões no 2º Período Legislativo de 2019, digo e repito, período legislativo, que compreende cada semestre dos trabalhos dos legítimos representantes do povo. O que é diferente, muito diferente de Sessão Legislativa, que equivale ao ano.
O Regimento Interno da câmara de vereadores de Riacho da Cruz, Carta Magna que rege aquela Casa, é clara, límpida e transparente ao afirmar esta diferenciação e o que poderia levar um vereador a cassação, que é a ausência em 1/3 (um, terço) das sessões no ano. Em todo ano de 2019 ocorreram aproximadamente 45 sessões. O que, não precisa ser um Pitágoras, Tales de Mileto ou até mesmo um Oswaldo de Souza da vida, para fazer tal cálculo muito mais que simples...
Seriam necessárias 15 falta no ano, para dar base ao pedido de cassação.
Convocado para apresentar defesa, o vereador Rillen Rocha não manifestou-se. Sabia que não havia alicerce jurídico/administrativo para ter seu mandato interrompido.
PROVIDÊNCIA JURÍDICAS
O blog RN POLÍTICA EM DIA apurou, que Rillen Rocha haverá de adentrar com representação na esfera jurídicas, contra a presidente da Comissão, vereadora Ana Cristina Lucena Moura Paiva, "Ana de Zé Làzaro", que teria sido o motivo impulsionador da desastrosa ação que ora volta-se atrás, e contra o relator do pedido de cassação, vereador Gilson Amorim Junior, "Júnior de Gilson", por ter sido o elemento "criador" do fato, já que é o relator quem ordena e dirige todo o processo, até ser ofertado ao presidente para ser posto em votação.
Os demais vereadores que votaram favoráveis, também podem ter que responder representações. A democracia existe e deve ser aplicada. Porém, necessário é que se tenha respaldo legal para as decisões. O blog soube que o vereador não tem interesse em reclamar judicialmente dos seus colegas de parlamento, entretanto, advogados amigos do edil têm sugerido ao vereador que tomem as medidas de forma ampla e plena.
Já contra o presidente da câmara de vereadores de Riacho da Cruz, Rillen Rocha deve entrar com reclamação, por suposta perseguição e assédio moral.
FRASE GANHOU AS RUAS DE RIACHO DA CRUZ
O fato ganhou "notoriedade" não somente na pequena Riacho da Cruz, mas em incontáveis cidades da região e estados vizinhos. E, uma frase pronunciada pelo vereador "cassado" tem ecoado em ruas, becos e guetos daquela cidade: "cassar um vereador, não é tão simples, como matar um avoete (ave da região), para tomar com cachaça, na Camila de Lélis", principal artéria da cidade.
Lembrar ao vereador, que esta prática, seja na Camila de Lélis ou em outro local qualquer, é reprovável e repreensível, passível de crime ambiental.
VAGA DE VICE
Apontado por muitos como o pré-candidato a vice-prefeito, na chapa situacionista que deve ser encabeçada pelo ex-prefeito Marcos Aurélio, esta atitude impensada e contrário ao ordenamento comum, pode em muito prejudicar a indicação do presidente "quase que vitalício" da câmara de vereadores de Riacho da Cruz, ao cargo proposto.

Do RNPOLÍTICAEMDIA

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